15 de maio de 2018 via Fernando Moreira

Prestação decrescente: o que é e como funciona no financiamento

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Na hora de comprar a casa própria o investidor precisa analisar muitas coisas para ter certeza de que o imóvel adquirido atende às necessidades — e isso inclui escolher a melhor forma de financiamento. Por esse motivo, você precisa saber o que é prestação decrescente.

Imagine que você começa a pagar as parcelas e, com o passar do tempo, o valor fica menor. Parece algo difícil de acontecer, não é mesmo? No entanto, essa possibilidade é real.

Se você ficou interessado em aprender mais sobre prestação decrescente basta acompanhar este artigo até o final.

Boa leitura!

O que é prestação decrescente?

Um financiamento que apresenta prestação decrescente é consequência do Sistema de Amortização Constante (SAC).

O SAC é uma modalidade de financiamento em que a incidência de juros recai sobre o valor da dívida atual do cliente.

Por isso, conforme o cliente vai quitando os débitos junto à instituição bancária, menor é o impacto dos juros sobre o valor da parcela.

Qual é a vantagem do SAC?

Esse tipo de cálculo é ideal para quem está preocupado com o impacto do financiamento em longo prazo, como ocorre com os casais recém-casados, por exemplo.

Nesse caso, esses investidores podem ficar receosos em não conseguir pagar as dívidas no futuro ou em ter de renunciar a outros investimentos para conseguir manter o pagamento.

Ao longo do tempo, ter de honrar com o pagamento de uma parcela fixa de um imóvel pode inibir outros investimentos, como compra de carro e realização de viagens ou cursos. Por outro lado, com a prestação decrescente, a dívida fica cada vez menor.

Como funciona a prestação decrescente?

Quando um banco empresta dinheiro a um cliente, existe a possibilidade de ele não conseguir pagar a dívida. Essa é uma das razões de existir a cobrança de juros.

No Sistema de Amortização Constante (SAC), o banco entende que o risco de inadimplência diminui conforme o cliente paga as parcelas.

Como o risco é maior nos primeiros pagamentos, as primeiras parcelas são mais caras. Com o passar do tempo, tendo sido a dívida parcialmente paga, o risco para o banco é menor, e as parcelas caem.

Vamos a um exemplo: uma pessoa financia R$ 80 mil na compra de uma casa. O pagamento será feito em 40 parcelas mensais. A taxa de juros cobrada será de 2% ao mês.

A primeira parcela do financiamento custará R$ 3600. Nessa parcela, temos os R$ 2000 (R$ 80 mil/ 40 parcelas) + 2% de juros sobre R$ 80 mil (R$ 1600).

Contudo, a última parcela do financiamento custará R$ 2040. Essa considerável redução ocorre porque os juros não foram calculados sobre o valor total do empréstimo (R$ 80 mil), e sim sobre o valor restante da dívida (R$ 2 mil).

Mas um fato é importante: o sistema de prestação decrescente é recomendado para aqueles que calcularam o impacto da parcela mais alta sobre seu orçamento e concluíram que o pagamento é viável.

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