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Comportamento do consumidor imobiliário: o que mudou?

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A tecnologia trouxe inúmeras transformações para o mundo corporativo e para o ramo imobiliário. O comportamento dos consumidores já estava mudando antes da chegada do novo coronavírus e, com o avanço da pandemia, as mudanças foram aceleradas. O SARS-CoV-2 causa síndrome respiratória aguda grave e, em virtude disso, várias medidas de isolamento e afastamento social foram impostas.

As condições e exigências realizadas pelas autoridades políticas e públicas levaram os empreendimentos do setor de imóveis a modificar os seus processos. A maioria das imobiliárias, por exemplo, manteve os seus colaboradores trabalhando a partir de suas casas. Diante do novo contexto, tornou-se indispensável a criação e a aplicação de inovações tecnológicas que aceleraram o fenômeno da transformação digital.

Neste artigo, você encontrará um panorama de como era a conduta do público antes da pandemia e como a evolução dos potenciais clientes estava acontecendo. Aqui, vamos apresentar um conteúdo completo sobre as mudanças no comportamento do consumidor de imóveis após a Covid-19 e quais são as novas necessidades. Por fim, falaremos dos impactos causados nesse segmento do mercado.

Almeja compreender um pouco mais sobre a necessidade de adequação de espaços e como essa questão influencia os negócios imobiliários ? Então, continue a leitura deste post!

 

 

1. Antigo comportamento do consumidor imobiliário

Antes da chegada da pandemia, a compra e a venda dos imóveis aconteciam por meio de marketing “boca a boca”, conversas com corretores e visitas a apartamentos, casas e salas comerciais. Sendo assim, o comportamento dos consumidores era orientado por indicações de amigos ou conhecidos, propaganda televisiva, ofertas em rádio, anúncios em jornais e panfletos.

 

Avaliações presenciais

Na atualidade, esse processo se modificou consideravelmente, apesar de ainda acontecerem indicações e serem feitas avaliações presenciais. O discurso dos vendedores e a linguagem corporal ainda são muito importantes, mas a Internet ganhou espaço nas transações e muitos negócios são feitos on-line. Consequentemente, a presença digital é extremamente relevante para a sobrevivência daqueles que trabalham nessa área.

 

Depoimentos pessoais

Até pouco tempo atrás, consumidores não acessavam uma infinidade de informações com tanta facilidade em sites e redes sociais, mas formavam a sua convicção ouvindo os depoimentos pessoais de outros compradores. Hoje, eles ouvem formadores de opinião que geralmente se expressam pelos canais no YouTubee demais mídias sociais. Na Internet, localizam muitos dados sobre os imóveis que antes não estavam acessíveis.

 

Experiência de compra

Antigamente, os consumidores procuravam saber sobre a satisfação e a experiência de compra dos seus conhecidos em relação aos negócios realizados com imobiliárias ou corretores. Agora, eles conferem reclamações de clientes em espaços virtuais e até analisam como é o atendimento ao público, se há agilidade, credibilidade, confiabilidade etc. Todas essas questões tornaram os compradores mais exigentes.

 

Embasamento das negociações

Na Internet, eles conferem informações sobre a localização dos imóveis, a reputação das imobiliárias e comparam os preços de diversas empresas. Em decorrência disso, a concorrência está se tornando mais acirrada a cada dia, e as negociações precisam ser mais diretas e claras, pois não se embasam mais nos dados transmitidos pelo vendedor.

 

2. Impactos da pandemia

A chegada da crise causada pelo SARS-CoV-2 foi inesperada para a maioria de população, que jamais imaginaria os seus impactos. A maioria das pessoas não acreditava que algo semelhante aconteceria, mas já percebeu que é importante ter um ambiente doméstico organizado para atender as suas necessidades em casos de urgência.

 

Novas exigências

A pandemia da Covid-19 impactou diretamente o comportamento dos compradores do setor imobiliário e trouxe muitas mudanças relacionadas às novas exigências. Desse modo, não deve haver espaço para dúvidas ou más interpretações por parte dos consumidores, ou eles simplesmente deixam de fechar negócios e procuram outra imobiliária.

 

Necessidades diferenciadas

As necessidades das pessoas mudaram em virtude da pandemia e da crise econômica que afetou o mundo inteiro. Por isso, as prioridades para a compra de imóveis se modificaram de forma significativa. Os consumidores tiveram que se adaptar ao novo cenário e descobrir novos hobbies, sendo que alguns mudaram inclusive as suas preferências.

 

Importância da família

O novo coronavírus se mostrou como uma ameaça iminente à saúde e à vida das pessoas. Nesse contexto, muitos consumidores perceberam que o bem-estar dos seus familiares é mais relevante do que os seus próprios desejos. A pandemia aproximou aqueles que convivem no mesmo ambiente e fez com que eles percebessem que cozinhar é divertido do que parecia um tempo atrás.

 

Relevância dos ambientes

Após ter que ficar por muitos dias afastados das empresas, os compradores perceberam que os espaços em sua residência precisam ser planejados de maneira distinta. As cozinhas passaram a ser um local social, e as salas se transformaram no local preferido para conversar e relaxar. Além disso, locais especiais para estudo e escritórios para trabalho se tornaram essenciais.

 

Alteração dos espaços

Passar muito tempo reunidos mostrou aos integrantes dos grupos familiares o que realmente é indispensável. Os espaços precisam ser maiores para a comodidade de todos, os ambientes necessitam ser organizados para oferecer maior versatilidade, e algumas adaptações foram cruciais. Os quartos agora são vistos como refúgios para se desligar da rotina de trabalho.

 

Aumento do estresse

A incerteza sobre o futuro, o medo de contrair o vírus e adoecer, bem como os riscos que são enfrentados diariamente durante a realização de atos que antes eram corriqueiros elevaram o nível de estresse de muitas pessoas. Diante disso, foi preciso pensar em maneiras de eliminar parte da agitação, praticar exercícios físicos em casa e investir em conforto acústico.

 

3. Mudanças do comportamento

Diante de tantas mudanças nas rotinas dos consumidores, é natural que eles tenham alterado os seus comportamentos na hora de comprar imóveis. As pessoas ficaram mais seletivas e não procuram apenas adquirir casas e apartamentos confortáveis e espaçosos em bairro nobre da cidade, mas pensam na localização e refletem sobre vários outros pontos.

 

Novas necessidades de moradia

O senso crítico dos compradores se elevou porque agora pensam sobre a estrutura existente na região em que os imóveis estão localizados. A decisão de compra é influenciada pela presença de hospitais próximos, postos de saúdes, unidades de pronto-socorro, acessibilidade para as vias de trânsito, entre outros fatores.

Portanto, os consumidores almejam ter melhores experiências com acesso a farmácias, escolas, supermercados, academias, shoppings e outros estabelecimentos comerciais. Além disso, a maioria considera a segurança na região e fatores como distância até o centro da cidade. A praticidade precisa fazer parte do cotidiano, já que não é mais a luxuosidade que está em destaque.

 

Preferência por vendas personalizadas

Depois da pandemia, os consumidores começaram a preferir discursos de vendas personalizados e mais pessoais. Dessa forma, o padrão que era seguido para a venda de imóveis já não funciona mais. Os corretores precisam conhecer melhor os clientes que entram em contato e avaliar os seus desejos e as suas necessidades para fechar negócios.

O atendimento é considerado um diferencial no mercado imobiliário , visto que o público está cada vez mais exigente e informado. Os argumentos dos corretores devem ser ideais para atender a cada potencial cliente, pois a concorrência está bastante acirrada. Os profissionais precisam averiguar se o comprador é casado, tem filhos, gosta de esportes, trabalha, entre outros aspectos.

 

Impaciência para esperar

Assim como é real que público está bem informado, também é verdade que se tornou mais impaciente para esperar respostas. Por outro lado, os consumidores estão comprando o seu primeiro imóvel mais cedo, apesar das incertezas econômicas e políticas. Isso ocorre por que a intenção de compra mudou, visto que a aquisição de imóveis é vista como um investimento.

 

Busca de mais informações

Os compradores buscam mais informações antes de fechar um contrato para ter certeza de que estão aproveitando uma boa oportunidade. Aqueles que não ficam mais satisfeitos com o discurso de venda de um corretor e se sentem infelizes com uma negociação geralmente tornar públicas as suas impressões. A insatisfação é registrada em sites de reclamações para que outros tenham acesso.

É dessa forma que os clientes expõem empresas ou marcas ao relatar a sua experiência de compra. Os ambientes virtuais utilizados com esse objetivo são muito conhecidos e acessados pelo público, razão pela qual é importante prestar atendimentos de qualidade. Isso fará com que as melhores imobiliárias e seus profissionais obtenham reconhecimento no mercado.

Para tomar decisões inteligentes e racionais, os compradores questionam e avaliam as informações disponibilizadas. Eles desenvolveram esse comportamento que os leva a fazer análise aprofundada de aspectos quantitativos e qualitativos para embasar a sua tomada de decisão. Além do mais, estão mais conscientes sobre questões ambientais e sustentabilidade e muitos deixam de lado o luxo para obter praticidade.

 

Pesquisa na Internet

Buscar imóveis na Internet se tornou uma prática corriqueira na atualidade. Essa é uma alteração drástica no comportamento dos clientes que agora procuram imobiliárias on-line. Se um negócio não construir presença digital, em pouco tempo, estará ameaçado pela concorrência. As empresas desse ramo oferecem uma cartela de imóveis que pode ser acessada e visualizada em seu site.

 

4. Relação com a transformação digital

Não é mais necessário sair de casa ou se locomover de um lugar para o outro para ter respostas às dúvidas. Hoje, é possível acessar uma página, efetuar uma compra, fazer o pagamento por meio de cartões de crédito ou PIX e receber as mercadorias ou produtos em casa. No cenário imobiliário, as negociações acontecem em ambiente virtual.

 

Inovações tecnológicas

Todas essas mudanças estão intimamente ligadas ao fenômeno atual que é chamado de transformação digital. A tecnologia revolucionou o mundo dos negócios, alterou o modo de pensar dos consumidores de propriedades imobiliárias e impactou os relacionamentos entre clientes e corretores. As inovações tecnológicas modificaram a maneira como os clientes consomem, trabalham e se relacionam.

 

Sites de buscas

O novo comportamento do comprador de imóveis é o resultado da busca das empresas por tecnologias que facilitam o atendimento ao público. Em virtude disso, muitos empreendedores precisaram se adaptar para manter os seus negócios ativos no mercado. Os sites de buscas ganharam forças, e a informação começou a chegar com muita rapidez até os consumidores.

 

Clientes independentes

Os corretores não precisam mais ir até os clientes para oferecer os imóveis da sua carteira. O consumidor utiliza a Internet para pesquisar, encontram os imóveis que interessam e procuram o contato dos profissionais. Eles já visualizam vídeos e imagens dos imóveis, simulam financiamento , averiguam a localização e falam com os responsáveis utilizando apenas o seu celular.

 

5. Necessidade de adequação de espaços

As mudanças no perfi l do consum idor trouxeram ainda a necessidade de adequação de espaços. Os compradores estão buscando imóveis com suítes e número maior de banheiros para ter mais conforto durante o tempo em que a família permanece em casa. Veja a seguir outros ambientes que precisam ser adequados às exigências do público atual.

 

Home office

O home office impulsionou a criação de escritórios dentro dos lares. Esses espaços se tornaram indispensáveis para a realização de atividades profissionais que foram transferidas das empresas para as casas dos colaboradores. O ambiente de trabalho está sendo integrado ao convívio familiar e ao lazer e se tornou obrigatório investir nesse novo cômodo.

 

Área de lazer

As áreas de lazer em nossos dias são essenciais, uma vez que outras formas de diversão estão sendo esquecidas devido à pandemia. Por isso, os consumidores procuram imóveis com opções de entretenimento e espaços apropriados para a distração. Para se adaptar ao novo contexto, foi necessário encontrar novas formas de se divertir dentro do espaço da propriedade.

 

Sustentabilidade

Esse é um assunto muito debatido e que está em alta nas redes sociais. Nesse contexto, os consumidores valorizam mais o espaço e o verde em seus lares modernos. As pessoas que ficam isoladas precisam de acesso à natureza para evitar o desgaste emocional. Por essa razão, dão preferência a sacadas e casas com quintais.

 

6. Influência das redes sociais

A publicidade feita nas redes sociais descreve características e especificidades dos imóveis e é impulsionada pelas técnicas de marketing digital. Os anúncios divulgam os imóveis que estão à venda, e os consumidores entram em contato por canais de comunicação como Messenger, WhatsApp, chats ou envios de correspondências eletrônicas.

Assim, as redes sociais influenciam e têm poder sobre o comportamento dos consumidores, os quais estão sempre buscando informações em perfis e encontrando várias ofertas disponíveis. Nelas, os compradores visualizam novidades, conferem comentários, acessam recomendações e verificam reclamações. Se um vendedor não responde ou ignora uma reclamação, passa a ser mal visto e perde oportunidades.

Percebeu como o comportamento do consumidor no ramo imobiliário mudou nos últimos tempos? A pandemia, a tecnologia e a Internet são as principais causas para essas mudanças que exigem aprimoramento constante por parte de empresários de todos os segmentos. Aquele que ignorar a evolução do mercado e não investir em soluções inovadoras provavelmente perderá o seu espaço.

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