Financiamento Imobiliário

7 dúvidas mais comuns do financiamento imobiliário

 

 

A variedade de financiamentos presente no mercado representa oportunidades únicas para quem não dispõe de grande quantidade de recursos financeiros. Na decisão de comprar um imóvel, o empréstimo garantido pelos bancos ou empresas financiadoras tem se tornado fundamental para a realização do sonho da casa própria.

E é na hora de avaliar essa possibilidade de aquisição que muita gente se depara com inúmeras dúvidas sobre financiamento imobiliário. Hoje, esclarecemos as 7 mais comuns para ajudá-lo nesse processo. Confira!

1. O que é preciso para fazer um financiamento imobiliário?

As exigências e pré-requisitos para fazer um financiamento dependem do método escolhido pelo comprador. Em uma negociação direta com a construtora — geralmente para imóveis na planta ou em construção —, o interessado deve apenas entregar a documentação solicitada pela empresa.

Por outro lado, se o empréstimo for feito em um banco ou empresa financiadora, é preciso que o comprador possua ficha limpa e renda adequada ao valor de crédito solicitado. Nessa modalidade, o valor da prestação não pode ultrapassar 30% da renda líquida. Além disso, também são exigidos documentos específicos.

2. Como é feito o cálculo de encargos e seguros no financiamento imobiliário?

O valor dos encargos varia de um financiamento para outro, mas geralmente são calculados em função:

Já os seguros de morte e invalidez e de danos físicos ao imóvel — utilizados para cobrir valores em caso de falecimento de um dos compradores e possíveis danos ao imóvel durante o financiamento — costumam ser calculados, respectivamente, com base:

  • nas taxas da apólice sobre o valor do financiamento ao percentual de pactuação de renda dos compradores;
  • e na taxa sobre o valor de avaliação do imóvel.

3. Quais as condições de pagamento no financiamento imobiliário?

Nos financiamentos em bancos, o pagamento da primeira parcela costuma ser cobrado em 30 dias após a assinatura do contrato. Se optar pela comodidade, o comprador tem a opção de pagar suas prestações por meio de débito automático ou, se preferir, utilizar o sistema de boletos emitidos pelo banco ou empresa financiadora.

Em caso de não recebimento desse documento, o cliente poderá solicitar uma 2ª via por meio dos dados de contato informados pelo agente financiador.

Vale destacar também que alguns financiamentos permitem o adiantamento das parcelas de pagamento, inclusive utilizando para isso os recursos do FGTS. Para saber dessa possibilidade, é preciso que o interessado se informe junto ao banco responsável pelo empréstimo.

4. Quantas vezes posso utilizar o FGTS para um financiamento?

Como o financiamento corresponde a uma porcentagem específica do valor do imóvel, é muito viável utilizar os recursos do FGTS para dar entrada no financiamento. Desde que haja saldo disponível, é possível usar o valor do FGTS para cobrir todo o valor da entrada.

Caso você tenha utilizado os recursos do FGTS para esse fim, será necessário esperar um período de 3 anos para utilizar novamente. Ou seja, quem começa um financiamento em 2018 só vai poder dar entrada em outro imóvel com os recursos do fundo de garantia a partir de, no mínimo, 2020.

Outra possibilidade é utilizar os recursos para fazer a amortização da dívida do financiamento. Assim, além de diminuir o tempo de quitação das parcelas, você também reduz a quantidade acumulada de juros a ser paga. Para essa finalidade, o FGTS poderá ser utilizado a cada dois anos.

Você também pode utilizar os recursos do fundo para diminuir o valor a ser pago na prestação. Nesse caso, a legislação permite que você pague até 80% do valor da prestação. Ou seja, para uma prestação de R$ 2.000,00, por exemplo, o FGTS poderá custear até R$ 1.600,00 da parcela mensal. Para essa finalidade, o uso dos recursos do fundo de garantia deve respeitar o intervalo de 12 meses.

5. Como é calculado o valor da prestação e o prazo do financiamento imobiliário?

Para o financiamento de imóveis residenciais, a prestação poderá ser composta dos encargos principais — juros mensais e parcelas de amortização — e acessórios — taxas de administração e os seguros envolvidos (de morte e invalidez e de danos ao imóvel).

A CrediPronto, por exemplo, calcula o valor do financiamento com base na Tabela SAC (Sistema de Amortização Constante), na qual as parcelas vão diminuindo gradativamente ao longo do financiamento. Assim, o valor total do imóvel pode ficar até 10% mais barato. Isso favorece não apenas o bolso do cliente, mas, também, os futuros investimentos dele, já que na Tabela SAC os juros também serão menores no decorrer do contrato.

Quanto ao prazo, normalmente as empresas de financiamento oferecem um prazo de pagamento entre 180 e 360 meses, o que equivale a um período de 15 a 30 anos. Contudo, quanto maior o prazo estabelecido, mais caro será o financiamento, já que a incidência de juros é maior em financiamentos longos.

Por esses motivos, é fundamental refletir com calma sobre os prazos estabelecidos por cada sistema de financiamento antes de fechar o negócio. Afinal, como esse é um investimento de grandes proporções, não se pode arriscar, certo? Para não correr esse risco, basta planejar-se adequadamente e colocar tudo na ponta do lápis, além de contar com uma empresa de consultoria reconhecida no ramo do financiamento imobiliário.

A parceria Itaú Lopes, por exemplo, é referência quando o assunto é financiamento imobiliário com segurança e sem burocracias. A parceria traz benefícios tanto para o consumidor final quanto para o parceiro que necessita vender o imóvel, atuando com qualidade e eficiência desde o início do atendimento até a entrega das chaves.

6. O que acontece com os pagamentos em atraso do financiamento imobiliário?

Os pagamentos realizados fora do período estabelecido no financiamento imobiliário estarão sujeitos à multa, bem como permitirão ao agente financiador incluir informações do contrato do comprador em cadastros restritivos de crédito (SPC e Serasa). O valor da multa é calculado com base nos juros por tempo de atraso. Caso o comprador não realize o pagamento dessas parcelas, poderá ter seu imóvel leiloado pelo banco.

7. Quais são os documentos necessários para fazer o financiamento imobiliário?

Em um primeiro momento, são exigidas cópias e originais dos seguintes documentos:

  • RG;
  • CPF;
  • comprovante de estado civil;
  • comprovante de renda.

A renda pode ser comprovada por meio de holerites, declaração de Imposto de Renda e extrato bancário.

Para autônomos, são aceitos os itens:

  • declaração de Imposto de Renda;
  • declaração do sindicato da categoria;
  • contrato de prestação de serviços;
  • recibo de trabalhos prestados;
  • declaração comprobatória de recepção de rendimentos feita por um contador.

Após a avaliação da documentação exigida no financiamento imobiliário, o banco fará uma análise cadastral para verificar a situação do nome do comprador no SPC ou Serasa. Caso esteja tudo normalizado, o valor do crédito pode ser liberado, em tempo determinado pelo agente financiador, para o vendedor do imóvel.

No caso da CrediPronto, o cliente sai ganhando também em comodidade, pois a empresa realiza seus processos de forma ágil, prática e livre de burocracias. Essa análise de crédito, por exemplo, é feita em 24 horas, e o contrato é emitido com a mesma rapidez.

Isso é um grande diferencial da empresa, que possui sua própria célula jurídica. Assim, a CrediPronto não precisa utilizar uma plataforma terceirizada para a análise dos contratos, como na maioria das outras financiadoras.

Com essa leitura, foi possível esclarecer as principais dúvidas sobre financiamento imobiliário. Agora, com certeza, você se sente mais tranquilo e preparado para fazer o contrato, não é mesmo?

Então aproveite e entre em contato conosco para conhecer nossos processos e fechar o negócio com qualidade, segurança e rapidez!

 

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