Mercado Imobiliário

4 dúvidas comuns respondidas sobre transações imobiliárias

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Você sabia que o Brasil é um dos países que mais possuem burocracia no mundo? E não é por menos, praticamente em tudo é exigido uma ida ao cartório, pagar as mais diversas taxas e impostos, sem contar as inúmeras leis que regulamentam as mais diversas transações.

Devido a isso, é bastante comum surgirem várias dúvidas quando se está na iminência de fechar uma negociação imobiliária, seja ela de compra ou de aluguel.

Ao continuar a leitura desse artigo, você descobrirá a solução de 4 dúvidas bastante comuns envolvendo transações imobiliárias. Confira!

1. Em momentos de recuperação do mercado imobiliário, como agora, é um bom negócio comprar um imóvel?

Caso você possua as condições necessária para adquirir um imóvel, sim, este é um bom momento para adquirir um novo imóvel!

Quando existe uma oferta maior que a demanda de um determinado produto, normalmente os preços caem. E isso tem ocorrido com os imóveis, possibilitando a existência de boas oportunidades de investimento, pois, quem possui os recursos necessários para a compra, normalmente consegue ótimos descontos.

Atrelados a isso, existem outros fatores que transformam a aquisição de um imóvel em um bom negócio, como o aumento do PIB, a queda na inflação, a diminuição de novos lançamentos imobiliários e o aumento da empregabilidade. Os quais geram uma tendência de valorização a médio prazo.

2. Na hora de comprar um imóvel, posso fazer a negociação sozinho ou preciso de ajuda?

Não existe uma lei que obrigue você a contratar um corretor para que você possa comprar um imóvel. Entretanto, ao contar com a ajuda desse profissional, você consegue encontrar mais facilmente um bom imóvel que se adeque às suas necessidades.

Além de ter conhecimento do mercado e muitos contatos — os quais lhe possibilita encontrar ótimas oportunidades —, um bom corretor possui a capacidade de conseguir negociar melhores condições, que permitem que a negociação seja vantajosa para quem está comprando e para quem está vendendo.

Outra vantagem de contar com esse profissional é que ele possui o conhecimento necessário para agilizar todo o processo burocrático de compra e evitar que você negocie um imóvel com problemas na documentação.

3. Com que frequência o aluguel é ajustado?

Normalmente, os reajustes no preço do aluguel são feitos no aniversário do contrato, e o cálculo do novo valor é feito utilizando algum índice. Nesse caso, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) são os mais utilizados.

Caso o novo preço sofra um reajuste acima do percentual apontado por esses índices, o inquilino poderá fazer um questionamento para que haja uma negociação sobre o novo valor.

4. Quem deverá pagar os impostos e as eventuais taxas extras?

A Lei do Inquilinato rege os contratos de aluguel no país e determina que as despesas, como o IPTU e os gastos normais de um condomínio, por serem custo de manutenção e serem recorrentes, são de responsabilidade do inquilino.

Quanto aos gastos pontuais, os quais agregam valor ao imóvel, como uma reforma na área comum do condomínio, o responsável pelo pagamento é o proprietário.

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